“Eu não quero que alguém que trabalhe comigo só diga sim. Quero alguém que fale a verdade, mesmo que isso lhe custe o emprego” Samuel Goldwyn
Empreendedorismo: Frase do dia 16 de Janeiro de 2011
16 01 2011Comentários : Deixar um comentário »
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Negócios: Frase do dia 23 de Julho de 2010
23 07 2010“Se você não tem um sonho, não se preocupe, vai trabalhar pra quem tem.” Talal Husseini
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Investimentos: Frase do dia 13 de Julho de 2010
13 07 2010“Cada trade tem que ter o seu objetivo de entrada e saída definidos previamente para não trazer surpresas desagradáveis.” Marcelo Coutinho
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Investimentos: Frase do dia 10 de Julho de 2010
10 07 2010“O principal problema do investidor, ou seu pior inimigo, provavelmente é ele mesmo.” Ben Graham
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Mandic adapta-se aos novos tempos
20 04 2010Pioneiro dos serviços eletrônicos no país há 20 anos, Aleksandar Mandic hoje se dedica à venda de contas de e-mail. De uns tempos para cá, Aleksandar Mandic deu para cultivar o hábito curioso de andar de chinelos pelos corredores de sua empresa. No escritório instalado no bairro de Pinheiros, em São Paulo, ele caminha de calças jeans e uma camisa de mangas arregaçadas, no estilo mais caseiro possível. Em sua sala, Mandic decorou uma das paredes com dezenas de folhas de papel sulfite, cada qual impressa com uma frase de efeito, entre as quais se lê a máxima ” se for mentir, seja breve ” . Sobre a mesa de vidro, ao lado de laptop, celular, canetas e um punhado de folhas de anotação, Mandic exibe, estrategicamente, um martelo. Diz que nunca quebrou a cabeça de ninguém com ele. Perguntado sobre a razão do objeto estar ali, ele sorri e responde, com ar de satisfação, como se adicionasse mais um nome à sua lista de curiosos. ” É apenas para isso, para que perguntem por que este martelo está aqui. “
Brincar com ideias e flertar com elas, por mais estranhas que pareçam, tem sido o combustível desse executivo de 55 anos. ” A ideia é o ativo mais barato que existe. Não se pode abrir mão dela ” , diz ele. Não se trata de mais uma frase de efeito.
Há exatos 20 anos, apoiado por um computador 286 com 60 megabytes de capacidade (espaço que hoje mal armazena uma dúzia de músicas em MP3), Mandic tirou da cartola a Mandic BBS (sigla para Bulletin Board System), um sistema que permitia trocar informações usando a linha telefônica. Eram os primórdios da internet. Naquele ano, a rede que viria a ser conhecida como World Wide Web tinha sua primeira conexão testada no país, ainda em âmbito acadêmico.
Mandic estava no lugar certo, na hora certa. Autodidata, sem formação superior, o executivo paulista, filho de pais sérvios, conta que começava a trabalhar às 6 horas da manhã e só voltava para casa depois das 11 da noite. No primeiro ano de sua empresa como sociedade anônima, em 1992, o faturamento chegou a US$ 3 mil. No segundo ano, a US$ 30 mil. No quinto ano, a Mandic, transformada em provedor de internet, chegou a US$ 5 milhões. Em 1996, um acordo financeiro fechado com o grupo GP impulsionou o negócio. Em 1997, com faturamento de US$ 10 milhões, Mandic vendeu parte do controle acionário de sua empresa para a operadora argentina Impsat. A saída total do negócio ocorreu em 1999. Ele diz que embolsou um bom dinheiro na transação, mas nunca revelou quanto.
O fato é que, em vez de se aposentar, Mandic decidiu aceitar um convite da Brasil Telecom (mais tarde adquirida pela Oi) para criar um novo provedor de acesso à internet. Poucos meses depois, ao lado do publicitário Nizan Guanaes e do jornalista Matinas Suzuki Júnior, ele lançou o iG, cuja sigla, à época, ainda significava ” internet grátis ” , e não ” internet generation ” , como o serviço viria a ser rebatizado anos depois. ” Lembro de perguntar para o Nizan o que ele entendia sobre internet ” , conta Mandic. ” Ele disse para eu relaxar, que baiano gosta de uma rede. “
O casamento de Mandic com o iG durou exatamente dois anos. No dia seguinte, ele juntou suas coisas para reabrir as portas da Mandic. ” Eu havia vendido para os argentinos apenas a operação. A marca continuou comigo. “
Nos últimos oito anos, o executivo que já foi sinônimo da internet no país lidera uma empresa cuja especialidade pode parecer, para muita gente, tão estranha quanto a mania de manter um martelo sobre a mesa. Em um mundo dominado por marcas como Google, Microsoft e Yahoo, Mandic decidiu vender e-mail, um dos serviços mais comuns da internet. ” Eu sempre fui meio do contra mesmo. Quando a internet era paga, criamos o provedor gratuito. Depois, quando avaliei os serviços gratuitos de e-mail que todo mundo oferecia, percebi que havia espaço para algo diferenciado.”
A Mandic Mail vende diferentes planos de assinatura de e-mail. A partir de R$ 60 por ano, é possível ter uma conta com capacidade ilimitada de armazenamento, entre outros recursos de segurança e acesso. Além do aparato técnico, Mandic diz que seu diferencial está na qualidade do serviço. Com mais de 17 mil seguidores no Twitter – rede social que ele aciona diariamente -, o empresário garante que regularmente troca e-mails e liga diretamente para usuários.
Recentemente, numa ocasião em que um cliente fazia reclamações, Mandic chegou a sugerir a ele que fizesse uma visita para conhecer suas instalações. ” Ele estava irritado e disse que isso não seria possível porque estava no Rio. Então eu disse que, se ele quisesse, enviaria as passagens de avião. Ele acabou não aceitando, mas claramente se sentiu mais protegido. “
Com seu e-mail de grife, Mandic calcula ter mais de 1,5 mil empresas usuárias de seus serviços, somando aproximadamente 800 mil contas de e-mail armazenadas em um centro de dados. O empresário não dá informações sobre o faturamento da companhia, mas afirma que há uma boa possibilidade de a Mandic Mail passar por processos de fusões para ampliar sua operação.
Perguntado sobre projetos para o futuro, o executivo diz que, no momento, tem dedicado a maior parte de seu tempo à sucessão da companhia. Daqui a dois meses, Mandic passará a ser presidente do conselho da empresa, deixando a gestão diária na mão de outros profissionais. Sua saída vem sendo ensaiada há alguns meses. ” A ideia é que eu fique por aqui uma hora por mês ” , diz. ” Mas continuo como principal acionista, com capacidade para decidir o salário de cada um e quem deve ser contratado ou demitido. “
Pai de três filhos – dos quais dois vivem na Europa e um trabalha diretamente com ele -, Mandic diz que sua saída da diretoria não significa uma aposentadoria. O aumento do tempo livre, no entanto, já tem permitido que o empresário se dedique mais ao seu C-210, um bimotor com capacidade para seis pessoas, que ele pilota em viagens pelo interior de São Paulo.
Hoje, Mandic realiza um evento para cerca de mil convidados, em São Paulo, para comemorar os 20 anos de criação de sua Mandic BBS. Nessas duas décadas, diz ele, houve um momento em que pensou em largar tudo e fazer outra coisa da vida. ” Esse momento durou uma hora, depois voltei ao trabalho. ”
Fonte: Valor Econômico
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Depoimento EIKE BATISTA sobre Empreendedorismo
18 03 2010Comentários : Deixar um comentário »
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Mais rico do Brasil, Eike Batista começou vendendo apólices de seguros
12 03 2010Por G1
Eike Batista, o brasileiro de 52 anos de idade nascido em Governador Valadares (MG), que emplacou o posto de oitavo homem mais rico do mundo, segundo a revista “Forbes”, começou sua vida profissional vendendo apólices de seguros de porta em porta.
Isso foi na Alemanha, em meados da década de 1970, quando Eike Batista cursava engenharia metalúrgica na Universidade de Aachen.
Não que ele precisasse disso para se manter. Seu pai, Eliezer Batista, foi presidente da Vale. Mas Eike gostava da ideia de tentar se manter independente financeiramente.
Devido à carreira do pai, de quem herdou o perfil empreendedor e o gosto pelo setor de mineração, passou o início da adolescência em países como Suíça, Alemanha e Bélgica.
Volta ao Brasil
Depois de formado, voltou ao Brasil na década de 1980 e começou a trabalhar com ouro e diamantes. Tornou-se o principal executivo da canadense TVX Gold, que propiciou o início do relacionamento com o mercado de capitais global.
Na década de 1990, iniciou a diversificação dos seus negócios e buscou empreendimentos fora do país, concentrando-se posteriormente na América Latina.
Depois dessa fase, porém, preferiu concentrar os esforços da EBX, a “holding” que congrega várias empresas, no Brasil, na crença de que o país “é um dos melhores lugares do mundo para se fazer negócio”.
Entre 2004 e 2008 o empresário criou, estruturou e abriu o capital das empresas MMX (mineração), MPX (energia), OGX (petróleo) e LLX (logística), levantando recursos recordes de US$ 7,1 bilhões junto a investidores brasileiros e estrangeiros para investir no desenvolvimento dessas companhias.
A próxima empresa prevista para ir para a bolsa será a OSX, dedicada a construir grandes embarcações principalmente para o setor de petróleo. A empresa poderá captar até quase R$ 10 bilhões.
Vida pessoal
Antes de ficar conhecido como empresário, Eike ganhou exposição na mídia por se tornar o marido, e depois o ex-marido, da modelo e eterna musa do Carnaval carioca Luma de Oliveira.
Separado desde 2004, Eike é pai de dois filhos adolescentes, Thor e Odin.
Além de um dos patrocinadores principais da campanha do Rio de Janeiro pelas Olimpíadas, para a qual doou cerca de R$ 23 milhões, Eike foi notícia no mundo recentemente ao doar US$ 7 milhões para as obras sociais da cantora Madonna, recebida pelo empresário em visita ao Rio este ano.
Eike gosta de correr, nadar e de lanchas. Em 2006, completou as 220 milhas náuticas entre Santos e Rio de Janeiro em tempo recorde, a bordo do Spirit of Brasil.
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Mexicano Carlos Slim passa Bill Gates e é o mais rico do mundo, diz ‘Forbes’
12 03 2010Por G1
O bilionário mexicano Carlos Slim Helú ultrapassou os norte-americanos Bill Gates, fundador da Microsoft, e Warren Buffet, megainvestidor e fundador da Berkshire Hathaway, e se tornou o homem mais rico do mundo em 2010, segundo ranking da revista “Forbes”.
A fortuna de Slim é estimada em US$ 53,5 bilhões, um aumento de US$ 18,5 bilhões em relação ao ano passado e à frente dos US$ 53 bilhões de Gates e dos US$ 47 bilhões de Buffett.
Brasileiros
O brasileiro com a maior fortuna a aparecer na lista é Eike Batista, em oitavo lugar, com US$ 27 bilhões. Segundo a “Forbes”, ele foi o integrante da lista que mais aumentou sua fortuna entre 2009 e 2010: o crescimento foi de US$ 19,5 bilhões. No ano passado, a posição de Batista na lista era 61º, com US$ 7,5 bilhões.
Eike Batista é dono do grupo EBX, que inclui as empresas MMX, de mineração; LLX, de logística; MPX, de energia; OGX, de petróleo; e OSX, de estaleiros. Com exceção da EBX e da OSX, as demais empresas têm capital aberto e ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).
Outros brasileiros na lista dos 100 mais ricos do mundo são Jorge Paulo Lemann, um dos controladores da InBev, com US$ 11,5 bilhões, na 48ª posição; e Joseph Safra, do Banco Safra, com US$ 10 bilhões, na 64ª
posição.
Dez mais
O quarto mais rico do mundo é o indiano Mukesh Ambani, que vale US$ 29 bilhões, seguido pelo também indiano Lakshmi Mittal, com US$ 28,7 bilhões. Ambani controla a Reliance Industries, empresa com maior valor de mercado da Índia, enquanto Mittal preside a ArcelorMittal, a maior siderúrgica do mundo.
Completam os dez mais ricos do mundo o norte-americano Larry Ellison, da empresa de tecnologia Oracle, na 6ª posição, com US$ 28 bilhões; o francês Bernard Arnault, do conglomerado de luxo LVMH, com US$ 27,5 bilhões, na 7ª posição; o espanhol Amancio Ortega, do setor de varejo, com US$ 25 bilhões e na 9ª posição; e Karl Albrecht, alemão do setor de supermercados, com US$ 23,5 bilhões, na 10ª posição.
Bilionários
O número de bilionários no mundo subiu de 793 no ano passado para 1.011, segundo a Forbes, número ainda abaixo dos 1.125 contabilizados em 2008.
“Atualmente, os bilionários do mundo têm em média US$ 3,5 bilhões”, informou a Forbes, o que representa um aumento de US$ 500 milhões em relação a 2009.
O ranking da Forbes inclui 97 pessoas que entraram na lista de bilionários pela primeira vez, incluindo 62 da Ásia, região que teve forte recuperação das bolsas de valores e muitas ofertas de ações no ano passado.
A China, com 64 bilionários, apareceu pela primeira vez depois dos EUA, com 403 bilionários, na lista. A Rússia está em terceiro, com 62 bilionários, muitos deles retornando ao ranking após terem saído no último ano devido à queda nos preços das commodities.
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